Os meus porquês.
Minhas razões pelas quais.
Nem tudo o que eu faço tem explicação.
Acho até que a maioria das minhas coisas são inexplicáveis...
Por que o meu humor varia conforme o vento que passa?
Por que sou capaz de ficar triste e alegre com as coisas mais simples?
Por que eu não consigo simplesmente viver sem ficar pensando em tudo o que me acontece?
Por que tudo pra mim tem que ter um sentido senão a vida fica vazia e sem graça?
Por que eu não sei viver sem entusiasmo e não consigo encontrar a razão para me entusiasmar com umas coisas e outras não?
Por que eu DESTESTO ter que dar explicação?
Por que eu só sei viver se for com poesia?
E por que vivendo com poesia eu detesto as pessoas cartesianas?
A lógica em alguns pontos me irrita...em outros me fascina!
E por que eu sou uma mulher de paradoxos?
Por que eu deixei tanto tempo de viver segundo as coisas nas quais eu acreditava?
E por que fui achar que devia explicar o porque de acreditar nessas coisas e não em outras quaisquer....
Não existe razão para eu ser a mulher que sou.
Nem tudo na minha vida é explicável e muitas das minhas coisas não são explicáveis nem pra mim mesma.
Eu simplesmente sou uma monte de experiências acumuladas que eu costumava guardar numa ordem por razões que talvez sejam puramente estéticas.
Fui chamada de narcísica.
Devo confessar que foi quase um elogio, a essa altura da minha jornada.
Estou numa fase de resgate.
Resgate da estética.
Da ordem dos fatores que me compõem.
Assim, preciso mesmo desse tempo olhando pra dentro de mim mesma. Tempo em que me dedico tão somente a tirar umas caixas de uns lugares e recolocar em outros.
E tudo é experiência.
Tudo é teste.
Porque eu não me lembro mais dos lugares das velhas caixas.
E eu também não sou mais aquela que algum dia perverteu a ordem aqui dentro de mim mesma.
Hoje sou outra.
E talvez queira outros lugares para realocar as minhas experiências.
Não me pergunte porque.
É possível até que algum dia eu descubra a razão pra tudo isso.
Mas talvez esse dia não chegue.
Se eu for parar a minha vida pra tentar me compreender eu vou deixar de viver.
Minha vida é um processo, vivo, pulsante.
Eu não conheço derrota.
Não conheço o significado de desistir.
Eu sou aquela que verga, mas não quebra.
Eu já perdi, mais de uma vez. Já perdi gol, já perdi partida, já perdi campeonato. Mas nunca me venceram, porque o grande jogo da minha vida ainda não acabou.
Aliás, o de ninguém que por aqui se encontra...
Minhas razões pelas quais.
Nem tudo o que eu faço tem explicação.
Acho até que a maioria das minhas coisas são inexplicáveis...
Por que o meu humor varia conforme o vento que passa?
Por que sou capaz de ficar triste e alegre com as coisas mais simples?
Por que eu não consigo simplesmente viver sem ficar pensando em tudo o que me acontece?
Por que tudo pra mim tem que ter um sentido senão a vida fica vazia e sem graça?
Por que eu não sei viver sem entusiasmo e não consigo encontrar a razão para me entusiasmar com umas coisas e outras não?
Por que eu DESTESTO ter que dar explicação?
Por que eu só sei viver se for com poesia?
E por que vivendo com poesia eu detesto as pessoas cartesianas?
A lógica em alguns pontos me irrita...em outros me fascina!
E por que eu sou uma mulher de paradoxos?
Por que eu deixei tanto tempo de viver segundo as coisas nas quais eu acreditava?
E por que fui achar que devia explicar o porque de acreditar nessas coisas e não em outras quaisquer....
Não existe razão para eu ser a mulher que sou.
Nem tudo na minha vida é explicável e muitas das minhas coisas não são explicáveis nem pra mim mesma.
Eu simplesmente sou uma monte de experiências acumuladas que eu costumava guardar numa ordem por razões que talvez sejam puramente estéticas.
Fui chamada de narcísica.
Devo confessar que foi quase um elogio, a essa altura da minha jornada.
Estou numa fase de resgate.
Resgate da estética.
Da ordem dos fatores que me compõem.
Assim, preciso mesmo desse tempo olhando pra dentro de mim mesma. Tempo em que me dedico tão somente a tirar umas caixas de uns lugares e recolocar em outros.
E tudo é experiência.
Tudo é teste.
Porque eu não me lembro mais dos lugares das velhas caixas.
E eu também não sou mais aquela que algum dia perverteu a ordem aqui dentro de mim mesma.
Hoje sou outra.
E talvez queira outros lugares para realocar as minhas experiências.
Não me pergunte porque.
É possível até que algum dia eu descubra a razão pra tudo isso.
Mas talvez esse dia não chegue.
Se eu for parar a minha vida pra tentar me compreender eu vou deixar de viver.
Minha vida é um processo, vivo, pulsante.
Eu não conheço derrota.
Não conheço o significado de desistir.
Eu sou aquela que verga, mas não quebra.
Eu já perdi, mais de uma vez. Já perdi gol, já perdi partida, já perdi campeonato. Mas nunca me venceram, porque o grande jogo da minha vida ainda não acabou.
Aliás, o de ninguém que por aqui se encontra...


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