Enquanto houver jogo, existe a possibilidade de vitória.
E vencer nesse jogo é estar feliz com as próprias escolhas.
Estou aprendendo sim a amar essa nova Lua que sou.
Ainda não me conheço direito.
Ainda não sei de todas as minhas possibilidades.
Mas uma coisa é certa, eu me amo sim.
Amo de um amor terno.
Amo de um amor cúmplice.
Conivente.
Condescendente.
E ver em mim um ser humano amável está revolucionando a minha vida.
Não. Não tenho vergonha disso.
Não to feito menino ruborizado diante de uma travessura.
Antes, to feito o corredor de longa distância que passa depois de horas pela reta de chegada. Pouco preocupada com a minha colocação. Muito feliz de ter conseguido terminar a prova. Com o coração saindo pela boca pelo esforço realizado. Mas vitoriosa.
Não me pergunte por que.
Não me pergunte quem eu sou.
Não me pergunte pra onde vou.
São todas respostas que estou procurando em algum lugar dentro de mim.
Muito próxima de encontrar.
Sou a superação de mim mesma...
Sou a esperança.
Sou o arco iris depois da tempestade.
Sou o sorriso de menino brincando.
Sou o botão da rosa.
O orvalho da manhã.
A maresia fresca.
O sol da manhã.
Sou o dia novo que chega, cheio de possibilidades.
Sou eu.
Sou assim.
Sou o tudo e o nada.
O frio e o quente.
O triste e o alegre.
Mas sou de novo e outra vez o tudo grande.
Exagerada.
É como gosto de ser.
É como deveria ter sempre sido.
É como serei sempre daqui pra frente...
E vencer nesse jogo é estar feliz com as próprias escolhas.
Estou aprendendo sim a amar essa nova Lua que sou.
Ainda não me conheço direito.
Ainda não sei de todas as minhas possibilidades.
Mas uma coisa é certa, eu me amo sim.
Amo de um amor terno.
Amo de um amor cúmplice.
Conivente.
Condescendente.
E ver em mim um ser humano amável está revolucionando a minha vida.
Não. Não tenho vergonha disso.
Não to feito menino ruborizado diante de uma travessura.
Antes, to feito o corredor de longa distância que passa depois de horas pela reta de chegada. Pouco preocupada com a minha colocação. Muito feliz de ter conseguido terminar a prova. Com o coração saindo pela boca pelo esforço realizado. Mas vitoriosa.
Não me pergunte por que.
Não me pergunte quem eu sou.
Não me pergunte pra onde vou.
São todas respostas que estou procurando em algum lugar dentro de mim.
Muito próxima de encontrar.
Sou a superação de mim mesma...
Sou a esperança.
Sou o arco iris depois da tempestade.
Sou o sorriso de menino brincando.
Sou o botão da rosa.
O orvalho da manhã.
A maresia fresca.
O sol da manhã.
Sou o dia novo que chega, cheio de possibilidades.
Sou eu.
Sou assim.
Sou o tudo e o nada.
O frio e o quente.
O triste e o alegre.
Mas sou de novo e outra vez o tudo grande.
Exagerada.
É como gosto de ser.
É como deveria ter sempre sido.
É como serei sempre daqui pra frente...



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