
O objetivo é combater a imagem negativa das pessoas com Síndrome de Down, ainda consideradas socialmente indesejadas e incapazes, apesar dos enormes progressos alcançados nos últimos 20 anos.
A Síndrome de Down é a deficiência mental de ocorrência mais freqüente (1 a cada 600 nascimentos). É considerada um acidente genético, passível de acontecer a qualquer casal e não apenas a mães com idade avançada.
Através de estimulação adequada e inclusão nas escolas comuns, no mercado de trabalho e na vida em sociedade, os downs deixaram de ser objeto de piadas, para se tornarem pessoas. Já freqüentam a mídia como entrevistados em reportagens e como atores, na luta da informação contra o preconceito.
“Precisamos ter mais respeito com os portadores cidadãos. Não só porque os downs têm este direito, mas, sobretudo, porque têm capacidade para exercê-lo."
TRECHOS RETIRADOS DO BLOG:
www.chele_pp.weblogger.terra.com.br
”Que síndrome de down? Realmente foi diagnosticada... Mas onde está? Eu não vejo nada diferente na minha filha, o susto de perceber que ela tinha Down, sumiu no segundo exato que peguei a Gabriela nos meus braços. Ainda bem que foi como eu imaginava! Saber de tudo antes do parto, me protegeu muito contra qualquer sentimento negativo. Nada de choro ou lamentações. E reafirmo minha certeza de que, o importante é viver um dia de cada vez. Minha filha é um bebê, especial somente por ser minha e muito amada."
Que esse blog ajude um dia alguém que venha saber que sua gravidez é especial, alguém que queira conhecer uma linda história de amor, amor de uma jovem mãe por sua pequena filha. Já que aqui vão encontrar desde o dia em que me descobri grávida, até o relato do parto da minha filha, passando pelo dia mais emocionante, quando postei a noticia de que meu bebê tinha síndrome de Down, no dia 4 de junho de 2004; quando descobri o problema cardíaco dela; e tantos posts que fiz com carinho para minha pequena.
"Como é gostoso ter um bebê em casa! Como a Gabriela me trouxe felicidade! Pena o preconceito... é isso mesmo. Eu sempre achei que não passaria por isso, quando uma vez um médico me disse que pior do que o problema no coração dela, era o estigma social, eu não acreditei. “


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